Fernando BAD/Victor Palis
Victor Palis é da nova geração do Volleyhouse, sendo ainda um atleta sub-20. É meu "vizinho" de rede em Copacabana e filho de um amigão meu, o Mauro, que também é meu "vizinho" de rede. Há algumas semanas Victor passou a bater uma bola em na rede do Volleyhouse e na 2a etapa da temporada 2008-2009, Fernando BAD o ocnvidou para jogarem juntos.
Dentre tantos bons jogos, Fernando BAD/Victor fizeram um jogão contra Luiz Felipe Macaco/Diego Raposo. Ao final do jogo, mesmo com a derrota de Fernando BAD/Victor ficou a impressão de que esta é uma equipe que tende a melhorar seu rendimento. Mesmo ainda sendo início de temporada, Fernando BAD é líder do ranking 2008-2009, mas é prova de que este é um time que pode dar o que falar. |
Guilherme Marques, Garrido, Pará 
Comecei a jogar volei de praia em 1989, mas já jogava volei em rua, desde 1982. Na metade dos anos 80, o volei de praia se tornou uma febre no Brasil, porém os caras mais conhecidos eram os astros da Geração Prat, vice-campeões dos jogos Olímpicos de Los Angels-1984.
A partir de 1987, comecei a conhecer e admirar alguns craques da praia: Moreira, Garrido, Denys, Ninahua, Franco, Roberto Lopes, Anjinho, Loiola, Nilo, Renato França, Clóvis, Caveirinha, Átila, Pará e outros. Peço desculpas caso tenha esquecido de cityar mais alguiém. Dentre eles estava o Guilherme Marques.
Há 20 anos eu estava lá na arquibancada vibrando, acompanhando e aprendendo as manhas da praia com esta galera e hoje tenho o privilégio de organizar um Circuito de Volei de Praia, que conta com alguns atletas que me fizeram descobrir o volei de praia. |
Duelo de Gigantes
De um lado Luciano Manhães. Do outro Andrew Fuller. Foi um verdadeiro show de bloqueios e a consequência disso é que estes dois paredões se "esbarraram" na grande final desta etapa.
Ver os jogadores virarem bola na base da porrada ou em largadas sensacionais, é sempre legal. Mas, também é muito irado, ter a sensação de que o atacante está batendo uma bola contra uma parede e voltar no pé.
Esta etapa também se destacou pelos grandes bloqueios, e a final acabou reunindo os caras que fizeram a diferença neste fundamento. |
Andrew/Dhiraj (habilidade e postura)
Nos seus primeiros jogos no Volleyhouse, Andrew/Dhiraj sentiram a diferença dos critérios de levantamento de toque, aplicados pela arbitragem brasileira. Nos Estados Unidos o toque é um pouco mais carregado, enquanto que no Brasil, é um pouco mais solto.
Ao perceberem isso, Andrew/Dhiraj passaram a levantar somente de manchete e deram uma aula de como se levanta vários jogos exclusivamente de manchete, demostrando um percentual altíssimo de acerto.
Após a final, ao realizarmos uma entrevista com eles, Andrew/Dhiraj mantiveram a mesma esportividade, que já haviam demonstrado anteriormente em todas as partidas, e sentiram-se super bem recebidos por toda galera do Volleyhouse. |
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