Henry Burnett (39) e Benedicto Rímola (40), organizadores do Volleyhouse, decidiram, finalmente, disputar um qualifying do circuito, no ano que vem. Para isso, vão enfrentar programas individuais de preparação física. Um diário vai contar a evolução de ambos, na busca da forma física ideal para a competição. Eles têm a pretensão de entrar em quadra dentro de três meses. Henry Burnett, que começou no volley em 82 na extinta Atlântica-Boavista, passou recentemente por um longo período impedido de jogar. Acompanhe, então, o desafio desses caras.
Semana 1: 10/12/2006 a 16/12/2006.
Bené Rímola
bene@volleyhouse.com.br
O depoimento desta semana, não tem nada a ver com preparação física ou treinos, mas de
acontecimentos que certamente tornaram-se um combustível para a minha preparação.
"Gostei muito de trabalhar no evento. Há uma energia positiva em todos aqueles que estão
aqui." Quem me disse isto ao final do da 2a etapa foi o Eduardo Didonet. Conheci o Didonet
há cerca de 5 anos, quando trabalhamos na mesma empresa, pois tinhamos um amigo em comum, o
Mozar, que já fotografou alguns eventos do Volleyhouse, em 1999-2000.
Convidei o Didonet para trabalhar conosco, como fotógrafo do Volleyhouse, e após mostra-lo as fotos do Ari Gomes e do Ari Kaye, ele se entusiasmou com a idéia, pois ficou impressioado com a qualidade das fotos. Aliás, espero que em breve o Arizão e o Arizinho estejam de volta nos eventos do Volleyhouse, pois eles são pessoas fantásticas e muito queridas por todos no Volleyhouse!
Porque citei o comentário do Didonet?? Simplesmente pelo fato de que é impossível descrever
o clima que cerca o Volleyhouse. Só estando lá pra saber o que é. E nos dias 9-10/12/2006,
me senti altamente recompensado e feliz, pois cada vez mais percebo a alegria e a paixão
pelo volei, nas pessoas envolvidas no Volleyhouse.
Durante a etapa pude presenciar os atletas combinando de bater uma bolinha durante a semana,
para estar bem fisica e tecnicamente. O Fabiano, que jogou com Rico, comentou que voltou a
sentir a adrenalina de jogar e competir, depois de um certo tempo ter parado com o volei.
Pedro Carvalho, campeão da etapa, comentou que após uma cirurgia e alguns anos parado com o
volei, também se sentia muito bem por estar lá, jogando e reencontrando os amigos do volei.
A presença dos amigos, namoradas e principalmete de pais e mães de atletas é algo
fantástico, também. Fenelon e Péricles, pais do Pedro Perdigão e Pepê, já são parte dos
eventos Volleyhouse. O Péricles então, nem se fala: é um show a parte, quando acompanha os
jogos do Pepê!!
Estou vivenciando um lado que tem me lembrado muito a época em que descobri o volei como
esporte e não apenas um jogo pela televisão. E esta experiência, me motiva ainda mais para a
"volta dos que não foram". COm certeza me divirtirei muito com isso.
Henry Burnnet
henry@volleyhouse.com.br
Tenho trabalhado muito, e o tempo pra esse projeto maluco vai se apertando. Então, comecei a praticar uma caminhada íngreme, todos os dias subindo da Glória até Santa Teresa. O Resultado incrível foi uma ansiedade crescente de me exercitar. Ansiedade essa, que me levou a fazer algo meio estranho pra quem quer jogar vôlei: comprei uma bola de basquete, com a qual determinei uma rotina matinal de 200 arremessos, todos os dias. O grande benefício do basquete é o fortalecimento da área dos tornozelos, devido a fortes deslocamentos laterais. E com a vantagem de poder fazê-lo sozinho. Minha capacidade respiratória já começa a melhorar, e acredito que a natação vai complementar todo o processo.
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